
domingo, 24 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Sol.
O que eu vejo ali, bem ali, pertinho, é aquele brilho na cabelo.
Aquele sorriso tranquilizador, aquela paz estonteante.
Aquele servo de alegria que me contagia.
E aquela baforada , aquele sol, aquele clima!
Aqueles fogos de artifício em um dia de plena feira, em um dia de semana...
E aquele brilho dos olhos, inconfundíveis!
Juntos (de novo...)!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Desculpas
Pareço dizer a mim mesmo que faço coisas que depois são levadas pelo tempo maluco daqui. Só para que eu não tenha meu psicológico deveras carregado.
O fato é que isso um dia há de perder o efeito...
sábado, 26 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009
[...] solidão

terça-feira, 1 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sou..
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Possibilidades...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Coisas

segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Eu

Verdade seja dita! Jamais imaginei encontrar alguém assim
Com esse encanto que levanta minha auto estima
E com esse jeito que enriquece minha vida.
Não falo do físico atraente ou da inteligência sem igual
Porque, isso, vejo muito em cada esquina
Mas falo de uma personalidade extremamente linda.
Não falo de uma nova paixão nem muito menos de amizade
Falo de algo menos superficial e mais leal
Não, também, não falo de nenhum animal.
Por favor, não pense besteira a respeito desse assunto
O que falo não se trata de modéstia
Mas verdade seja dita, eu sou um máximo e isso não se contesta.
Se agora descobriu de quem se trata, por favor, não fique espantado
Não acho que seja soberba, porém é sempre bom ser a primeira opção
Amar-se, antes de tudo, não é ser arrogante, e sim, questão de opinião!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Ah...
A grande pergunta é se o amor nasceu mesmo para mim.Passou a ser a pergunta do dia, muito provavelmente pode ser condecorada como a pergunta da semana e é bem capaz de o ano acabar e ainda estar com ela a martelar.
Tem milhares de coisas na vida que com o passar dos dias, ou do tempo incontável, você passa a sentir falta. Sentir falta do amor é para quem já teve um amor.
É para quem já viveu incontidos momentos e até mesmo para quem viveu só uma raspinha de intimidade. Que chegou a ser tocante.
Para as boas e más línguas que tenho por conhecimento amar é sinônimo da entrega. Mas já que ninguém nunca me explicou a espécie ou a intensidade da entrega eu caracterizo simplesmente como... entrega!
Pois bem... Pode acoplar aquele beijo de cinco minutos naquele conhecido. Ou aquele beijo dado por quem você conheceu a um tempo de cinco munitos. Não importa.
Dentre os muitos falatórios todos já amaram por alguns instantes. E mesmo assim ainda tratam de amor como sinônimo de permanência e bem durável. Como se nunca tivessem deixado de querer o que queriam muito há cinco minutos atrás!
Nunca me contaram que amar, às vezes, não é o suficiente. Nunca me disseram que de repente se notar inteiramente na vidade do outro é a medida certa. Nunca me disseram nada de nada... Mas sempre ouví que razão é o bicho desconhecido da linha de sentimento. Seja para bem, seja para mal. Sempre ouví falar de casais felizes que parece que duram uma eternidade sem fim. O que parece é que sempre esqueceram de perguntar quantas águas rolaram até se chegar lá. Verdade seja dita, sempre há de ter amores e desamores em graus de proporcionalidade nem sempre fáceis de medir. E quem é que duvida?
Acho que em verdade aquilo que falta é uma questão de estilo. Porque cada um tem o seu tipo que chama a atenção, obriga o olhar a involuntariamente seguir com a cabeça, que maneja ações nada planejadas, etc e tal. Seja por cinco minutos no desconhecido, seja por uma noite, seja por meses, seja por anos. Porque às vezes, quando menos se espera se está assim: de mala e cuia na vida do outro!
J.R.
